‘DN’ e ‘24 Horas’
Direcções demitidas
Configurando-se como uma tentativa de apanhar boleia de um governo com boas sondagens, o DN virou completamente à esquerda desde a entrada de António José Teixeira. Com isto, perdeu credibilidade, colunistas e tornou-se no jornal do regime (a par da RTP) parecendo uma espécie de orgão oficial do PS. A ajudar à festa, a sua edição online é de uma pobreza franciscana e o grafismo também não ajuda. Com as recentes mudanças no Público parecia óbvio que teriam que arrepiar caminho.
Já a demissão de Pedro Tadeu do 24 Horas me faz alguma confusão pois sempre achei que este jornal servia na perfeição o público a quem se destinava.
(via Espumadamente)
Um blog de Joaquim Gagliardini Graça
sexta-feira, fevereiro 16, 2007
"Público" faz primeiras vítimas
quinta-feira, fevereiro 15, 2007
Causas naturais
«Os representantes das vítimas e o Sindicato Livre dos Pescadores iniciaram recentemente uma nova ofensiva junto das entidades oficiais para tentar reabrir o processo, que foi arquivado pelo Tribunal de Instrução, onde uma juíza concluiu que o afundamento ocorreu por "causas naturais".»(Público)
segunda-feira, fevereiro 12, 2007
Concorrência desleal
Prostituição - Sexo no Alentejo atravessa crise(CM)
“Isto está péssimo. Há muita concorrência neste ramo e temos de enfrentar as casas espanholas que praticam preços um pouco mais elevados mas com outro tipo de condições. Há dois anos atendia cinco ou seis clientes e agora apenas um ou dois. Muitos dias nem faço programas”, lamentou Andreia
Agora que acabámos com a concorrência desleal dos espanhóis no mercado do aborto, que tal dar condições a estas meninas e evitar que se vejam obrigadas a trabalhar em espeluncas que parecem autênticos vãos de escada?
sexta-feira, fevereiro 09, 2007
Contradições liberais
Se pudesse votar depois de amanhã (vide primeiro post desta série), fá-lo-ia no “sim” por uma razão simples: a liberal.
Dando por adquirido que a liberdade de um indivíduo acaba onde começa a dos outros (neste caso o outro é o feto), parece-me uma clara contradição ver um liberal apoiar o "sim".
Factor C
Portugal é dos países da Europa que mais recorre à «cunha»(DD)
Um excelente exemplo é o modo como as empresas procedem ao recrutamento de recursos humanos. Há poucos meses, um responsável de uma grande consultora de RH, desiludido com o nosso mercado, revelou-me que, apesar dos esforços empreendidos numa maior transparência, cerca de 80% das colocações continuam a acontecer através de cunhas.
Os resultados estão à vista.
quinta-feira, fevereiro 08, 2007
Descendo a pulso
quarta-feira, fevereiro 07, 2007
Porque acredito na vitória do Não
«Um feto de dez semanas não é um filho, nem um bebé, não tem alma, nem consciência, não tem dentinhos, nem sentimentos em relação ao útero onde habita. Não passa de uma potência de vida cá fora, dessa esperança depositada pela família, os amigos e a sociedade que o espera para brincar, educar e amar no mundo dos créditos e carros que se estragam. Tem tanto de milagre como o poderia ter a fecundação noutras espécies vivas.»
«Para uma mulher que não deseja um filho não há maior inferno que se ver a braços, sem ajudas ou amor, com um feto de nove meses. E de eles, do seu ódio, da sua hipocrisia, da sua altivez, da sua alta moralidade, ninguém voltará a ouvir. Nada farão pela vida, nem pelas Joanas mortas por pais alcoólicos, nem pelas mulheres que morrem num vão de escada, nem pelas meninas violadas nos centros de acolhida. Para eles, a vida só tem maiúsculas se tem dez semanas e pode ser mostrada em ecografias em blogues com moral muito mais alta que este.»
Rititi no blog "Sim no Referendo"
Deixo apenas um pequeno reparo: os "dentinhos" só aparecem passados meses da "potência de vida" ter nascido. Mas compreendo o raciocínio. O importante é ser desejado pela mãe "no mundo dos créditos e carros que se estragam".

