
apetecia-me estar aqui.
Um blog de Joaquim Gagliardini Graça
segunda-feira, janeiro 16, 2006
sexta-feira, janeiro 13, 2006
quarta-feira, janeiro 11, 2006
Há coisas que não mudam
A propósito desta notícia, leia-se o que escrevi aqui em 17/08/2005.
Negociar com terroristas é um dos expoentes máximos da demagogia que reina na velha europa.
Referendo
A Joana está triste e perplexa com o apelo ao referendo sobre a OTA e o TGV por parte de pessoas que resolveram escrever uma carta aberta ao Parlamento.
Segundo a própria:
"Questões técnicas complexas, que envolvem estudos de tráfego, engenharia, avaliação financeira e económica, estudos ambientais e o planeamento a longo prazo das infra-estruturas de um país, não podem ser dirimidas em referendo."
Legalmente, não há nada que impeça o referendo.
A questão situa-se, precisamente, na desconfiança generalizada da população e de toda a oposição em relação aos estudos apresentados pelo Governo.
A ausência de contraditório relativamente a estudos feitos por entidades privadas, directamente envolvidas nos projectos, é sinal, para muitos, de que algo nos está a ser escondido.
O Governo, após dezenas de anos de estudos, apenas conseguiu apresentar alguns, pouco detalhados e com conclusões manifestamente enviesadas.
A grande virtude do referendo é a discussão pública que irá gerar. Se o Governo estiver plenamente convencido da bondade dos estudos efectuados, nada terá a temer com a realização deste. Poderá até capitalizar credibilidade numa altura em que esta não abunda.
Diz ainda:
"Nós, quando elegemos os nossos representantes, confiámos na capacidade de julgamento deles para tomarem decisões. Fazer referendos sobre obras públicas significa abrir a porta à demagogia mesquinha e malthusiana e acabar definitivamente com investimentos públicos, quaisquer que eles sejam."
Esta é a teoria do voto cego. Deste modo, a figura do referendo deixaria de fazer sentido. No entanto, por princípio, concordo que o referendo é uma instituição demasiado importante para ser utilizada em questões menores, o que, releve-se, não acontece neste caso.
Estamos perante obras públicas de dimensão nunca antes vista no nosso país, que irão onerar as gerações futuras por dezenas de anos.
Estamos a falar de questões como a livre concorrência, manifestamente atropelada na questão do aeroporto da OTA pois o modelo previsto é puramente monopolista.
Estamos a falar de interesses privados, seja em estudos, terrenos, infraestruturas ou direitos de exploração, sem haver uma explicação clara que justifique as escolhas.
Estamos a falar da necessidade destes investimentos numa altura em que ainda tanto há para fazer ao nível das necessidades mais básicas dos cidadãos.
Só por isto, justifica-se a realização de um referendo.
segunda-feira, janeiro 09, 2006
sexta-feira, janeiro 06, 2006
Transitivo
-Deus é amor. O amor é cego. Steve Wonder é cego.
Logo, Steve Wonder é Deus.
- Disseram-me que eu sou ninguém.Ninguém é
perfeito. Logo, eu sou perfeito. Mas só Deus é
perfeito. Portanto, eu sou Deus. Se Steve Wonder é
Deus, eu sou Steve Wonder!!!! Meu Deus, eu sou cego!!!
Roubado descaradamente à MP
quinta-feira, janeiro 05, 2006
Tabaco
Uma situação civilizada para resolver o problema passará por:
- Zonas especiais nos locais de trabalho onde as pessoas se possam deslocar para fumar;
- Restaurantes com zonas para fumadores e não fumadores, sendo que os que não tenham possibilidade de as criar poderão optar por uma das hipóteses;
- Nos bares e discotecas prevalecerá o critério dos proprietários

