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Leonor1
posted by Bekx
Um blog de Joaquim Gagliardini Graça
Faço minhas as palavras da Charlotte e peço que, se algum dia for raptado, não enviem os russos para me salvar!
Se em vez de entrarem pela escola a matar toda a gente entrassem na puta da Tchechénia e lhes limpassem o sebo não seria mais eficaz?
Ou estão à espera que outros, os quais não refiro por ferir susceptibilidades, invadam aquela merda?
Puta de mundo em que vivemos...esta gente não aprende!
Hoje o Francisco faz anos. A pedido do próprio venho informar os interessados que estão convidados para um jantar nos Bacalhoeiros lá pelas nove da noite. Quem quiser mais pormenores contacte-me pois o animal está sem telefone. Traje: basta levarem as vossas próprias palhinhas. E já agora: parabéns animal.
PS: Será que a "carga de nervos" (como o Francisco lhe chama) vem ao jantar??:)
Quer abra o jornal, veja televisão ou navegue pela internet deparo-me com a expansão do terrorismo a toda a escala. Bombas, atentados, raptos e ameaças de execuções fazem já parte do nosso quotidiano. Não sou um defensor da política internacional americana em toda a linha mas devo confessar que concordo, em traços gerais, com o que tem sido feito por este país nesta matéria.
Não é por culpa da América que o terrorismo existe no mundo. Não é por por causa de Israel. O terrorismo existe porque sim. Porque sempre existiu. Porque em todo lado e em qualquer época existirão cobardes, fanáticos, malucos, kamikazes, gente sem escrúpulos que dedica a vida a fazer mal aos outros.
Os americanos, para o bem ou para o mal, são neste momento a única potência que se atreve a ir atrás dos terroristas onde quer que estejam. Quer gostem quer não, o facto é que desde 11 de Setembro de 2001 não houve mais atentados em solo americano. O que se falou na velha europa da luta inglória, do desperdício de vidas e do ataque a inocentes vai-se desvanecendo à medida que vamos acompanhando as notícias que a imprensa, muita dela anti-americana, nos vai dando.
Confesso que não me agrada a ideia de uma potência poder fazer o que lhe apetecer e invadir quem quer. No entanto, não consigo imaginar neste momento uma alternativa viável. A ONU não passa de um organismo que aprova resoluções que não é capaz de impôr e fazer cumprir. A França, atacada pela covardia que a caracterizou especialmente no último século, foge a sete pés de qualquer conflito e de tudo o que a possa envolver. Ainda não perceberam que não se dialoga com terroristas. Começam agora a sofrer na pele o pacifismo que tanto apregoam. Deus queira que me engane, mas não auguro bom futuro aos dois jornalistas presos pelos radicais islâmicos. Os alemães, governados por uma esquerda que conseguiu pôr de rastos a maior economia europeia, estão nas mãos de radicais de esquerda que não toleram o uso da força, seja em que circunstância for. Os russos já têm muito com que se ocupar com a Mafia e as ex-repúblicas.
Enquanto o mundo não se juntar aos americanos nesta luta e perceber que à vezes é preciso usar a força, o terrorismo vai ganhando força.
Já começou aqui ao lado, está a acontecer em França e um dia vai sobrar para nós...é só uma questão de tempo.
Começo por dizer que não tenho uma posição formada acerca da questão da lei do aborto. A lei actual prevê uma série de situações em que o aborto pode ser realizado até determinada altura da gravidez. Não sei se são as suficientes nem sei se são demasiadas. A questão é que existe uma lei, houve um referendo há pouco tempo e anda tudo a discutir um problema que, pelos vistos, não suscitou grande interesse na altura. Pelo menos pelo que nos foi dado a ver pela abstenção no dito referendo. Não gosto quando deixamos este e outro tipo de questões sérias ao livre arbítrio. A vida e a morte são assuntos sérios demais.
No entanto, também me preocupam questões de outra ordem. Qual o papel do homem em todo o processo? Esse sinceramente vejo-o pouco discutido e sei bem porquê. Quando vejo mulheres em manifestações a gritar "aqui mando eu!!" sinto-me completamente excluído. Ao fim e ao cabo, apesar de serem precisos dois para fazer basta um para desfazer. No caso de o homem querer o filho e a mulher não o querer prevalece a decisão desta. Sejamos claros. A questão não depende de nós. Não os carregamos porque a natureza não nos encarregou disso. Não temos voto na matéria. Por isso proponho que deixem de nos chatear com estas merdas todas de barcos e manifestações, façam um referendo entre as mulheres e deixem que elas decidam. Afinal, já o fazem de qualquer maneira.